Acabo de voltar de um seminário sobre desenvolvimento regional em Chapecó/SC, onde fui representar o Ministério das Cidades numa palestra sobre os avanços e desafios da nova política habitacional e como ela se insere nesse contexto.
Ontem à noite, antes do jantar de confraternização, houve o que foi para mim um dos momentos mais importantes do dia: o lançamento das marcas de diversos arranjos produtivos locais – APLs. Estavam ali artistas plásticos, artesãos, pequenos vinicultores e produtores rurais. E um dos grupos que mais me chamou a atenção foi a ARAPOC – Associação Regional de Artesãos e Artistas Plásticos do Oeste Catarinense.
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Além da qualidade dos objetos expostos, me impressionou o nível de organização e o reaproveitamento de materiais: retalhos de confecções locais, descartes de madeira do pólo moveleiro, sementes de árvores nativas, lã e palhas de trigo e milho tingidas naturalmente.
Para agregar valor aos produtos, um designer elaborou a marca e a identidade visual da associação: etiquetas, sacolas, embalagens para presente, folder, aventais, cartões etc.
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Eu voltei de lá com uma bolsa de palha de milho e mais do que emocionada ao ver o orgulho que aquelas pessoas sentiam ao expor e falar sobre o seu trabalho e sua história.
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