domingo, 26 de setembro de 2010

Acho que todo mundo tem um!

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Esse foi o comentário da Helena sobre os UFOs - aqueles projetos que a gente começa, mas nunca sabe quando vai terminar.

Pois eu tenho vários! (rs) E estão todos aí, na minha bolsa de costura.
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Eis a minha lista: 1 capa para almofada; 5 porta-copos; 4 pegadores de panela; 1 caminho de mesa; 1 mantinha; 1 capa para máquina de costura; e 1 agulheiro.
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Vamos ver o que eu consigo terminar esse ano...
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Strauss

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Esse é o nome do felizardo que acaba de ganhar uma mantinha da minha mãe:
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O tecido é uma fofura e tem tudo a ver com o dono:
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Parece que ele gostou.
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domingo, 12 de setembro de 2010

Progresso

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Hoje, os bloquinhos do meu segundo baby quilt começaram a ganhar forma. Cada um deles é composto por 12 quadradinhos coloridos envolvendo um quadrado branco maior.

Os pequenos foram costurados de maneira a formarem dois pares e duas tirinhas de quatro peças:
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Em seguida, duas das laterais do quadrado branco foram unidas a dois pares coloridos:
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A parte mais difícil - unir as tirinhas maiores, fazendo com que todos os cantinhos fiquem perfeitos - é uma missão para o próximo final de semana.
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domingo, 5 de setembro de 2010

Até bem pouco tempo...

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Eu não sabia fazer outra coisa além de quadrinhos e não teria finalizado a mantinha da Helena sem a preciosa ajuda da minha mãe.

Ontem, tive minha terceira aula de patch com a Alice Buchheister e já me sinto bem mais segura para fazer novos trabalhos e “desenterrar” aqueles projetos esquecidos:
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Aprendi a fazer o sanduíche (quilt top + manta + forro), a alinhavar, a costurar o viés e a quiltar à mão. A propósito, Cecília, eu te admiro ainda mais depois disso! (rs) O efeito do quilting à mão é maravilhoso, mas eu não teria coragem de aplicá-lo em uma peça grande.

Para praticar os fundamentos do patchwork, o que seria um jogo americano está se transformando agora em um caminho de mesa para cobrir o meu balcão:
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O quilting será feito à máquina, claro.
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domingo, 15 de agosto de 2010

Rumo a Portugal

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Dois dos bloquinhos que costurei para o Patch Solidário.
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domingo, 8 de agosto de 2010

Craft room

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Organizar um espaço pequeno não é fácil. Principalmente quando ele é “tudo ao mesmo tempo agora”. Enquanto a bolha imobiliária de Brasília não estoura e eu não me mudo para um apartamento maior, vou adaptando quarto, cozinha, sala de estudo e ateliê em 30 m².
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Não fiz a divisória – como sugerido no prospecto da construtora – para facilitar a circulação e ter a sensação de um espaço mais amplo
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Há duas semanas, eu montei o meu cantinho de costura. Mudei a cama de lugar, instalei cortinas de linho com forro de algodão e comprei cadeira e escrivaninha na Tok Stok. Sobre o tampo, coloquei a minha Singer e uma placa de corte:
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No nicho entre o tampo e a primeira gaveta, estão alguns dos meus livros e uma bolsa com projetos em andamento:
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Agora, com as gavetas repletas de tecidos e aviamentos, eu tenho tudo à mão na hora de costurar e a kit ficou com uma cara bem menos bagunçada:
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Por falar em gavetas repletas, onde é que eu vou colocar mais tecidos?!
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domingo, 25 de julho de 2010

Meu último vaso

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comentei no blog que eu comecei a costurar porque minhas mãos estavam ficando muito doloridas ao fazer mosaicos. Como o histórico familiar não me é favorável (meu pai tinha reumatismo e minha mãe tem L.E.R.), resolvi me dedicar ao patchwork. Só não imaginava que fosse gostar tanto deste novo hobby!

Contudo, já que detesto coisas inacabadas e histórias mal resolvidas, decidi finalizar alguns trabalhos que comecei. Depois, passo para frente todo o meu arsenal: ladrilhos, azulejos, pastilhas de vidro, martelo, torquês etc. Já dei 5 vasos para uma amiga e fiquei apenas com o “Brincando de Roda”, pois já tinha desenhado as 8 menininhas de mãos dadas e colado as cabeças.

Para se fazer mosaicos, existem duas técnicas básicas: a direta e a indireta ou invertida. No método direto, os caquinhos são colados sobre a superfície de um vaso ou de uma placa e, depois, rejuntados:
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Vaso “Brincando de Roda” – em execução
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O método indireto ou invertido é um pouquinho mais trabalhoso... Primeiro, desenha-se o motivo espelhado sobre uma folha de papel. Depois, passa-se a parte colorida dos caquinhos em uma mistura de cola e água antes de aplicá-los sobre o desenho. O que se vê, ao longo da execução, é apenas o fundo dos azulejos. Quando a superfície estiver totalmente recoberta, coloca-se uma forma de madeira em volta, aplica-se uma calda de rejunte e, em seguida, uma massa de cimento, areia e água. Após dois a três dias, retira-se a forma, vira-se a placa para cima e molha-se o papel para ajudar a retirá-lo. Então, o desenho – todo colorido – se revela.
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Parece complicado? Pois é mesmo! (rs) Vejam alguns exemplos:
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Placa com números para a casa da minha mãe – em execução
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Quadrinho de borboleta – a ser emoldurado
Obs.: Ele está com um defeitinho em um dos cantos, mas isso é fácil de consertar
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Como o patchwork virou “uma cachaça” na minha vida e vou costurar duas mantinhas para presentear a Karla e a Tatiane, que terão seus bebês em outubro e dezembro, terminar esses mosaicos está na minha lista de resoluções para 2011! (rs)
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