sábado, 27 de março de 2010

Recapitulando...

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Eu estou costurando uma mantinha para a Helena – o bebê que a minha amiga Daniela está esperando. A princípio, eu só postaria novamente sobre ela quando estivesse pronta, mas a Helena – do blog Quilts are forever – me encorajou a fazê-lo ao longo da execução. Assim, resolvi recapitular o que fiz até agora...

Minha avó Joana passou anos costurando uma colcha de retalhos que seria o seu presente para a primeira neta que casasse. Inspirada nessa colcha, eu decidi costurar uma mantinha que seria o meu presente para a primeira amiga que ficasse grávida. Qual não foi a minha surpresa (grata surpresa, aliás) quando a Dani me contou que estava esperando um bebê? Eu fiquei muito feliz!

Como não tenho muita experiência com costura (só sei fazer os bloquinhos, por enquanto), eu elaborei alguns projetos mais simples feitos com quadradinhos coloridos e faixas brancas. O escolhido foi este aqui:
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Selecionados os tecidos, eu os cortei e estudei algumas combinações antes de costurá-los:
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Adorei a sugestão da Cecília – que eu chamei de caminho do meio – sobre como passar a costura dos pares de tecido e uni-los para formar os quadrinhos. Todos os cantinhos se encontraram e não tive que desmanchar nada!
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Em seguida, intercalei tirinhas de tecido branco com os bloquinhos formando, assim, as faixas da manta. No projeto original, elas eram seis. Mas resolvi acrescentar outras duas para ficar mais comprida e o bebê poder usá-la por mais tempo:
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Ainda preciso cortar e costurar mais tecido branco para unir as faixas de quadrinhos que eu fiz. Quando a parte de cima estiver pronta, eu mostro.
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Minha mãe deve vir a Brasília no final de maio ou início de junho para fazer o quilting. Eu elaborei um desenho simples para ele, pois quero tentar fazer ao menos um pedacinho. A costura será reta e paralela aos quadrinhos, formando uma moldura:
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Na verdade, ainda estou dividida entre esse desenho e a sugestão da Helena, que é o “stitch in the ditch”:
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Bem, este é o cenário até o momento e, apesar de ser um projeto simples, estou aprendendo muito com ele e amando o resultado.
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domingo, 28 de fevereiro de 2010

O caminho do meio

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Sábado passado, dia 20 de fevereiro, fui à casa da Helena - do blog Quilts are forever.

Lá, tive o prazer de conhecer a Cecília, sua mãe e parceira no blog. Passei uma tarde muito agradável e fizemos uma espécie de "quilting bee circle". Conversamos sobre esse hobby fascinante, aprendi a fazer o bento box, mostrei a elas algumas das novas peças da minha mãe e os tecidos que comecei a costurar para a manta do bebê da Daniela.

Uma dúvida que me consumia era como eu iria passar a costura dos quadrinhos: se aberta ou dobrada. Seguindo sugestão da Cecília, acabei optando pelo caminho do meio. Passei dobrada a costura dos pares de tecido e, ao uni-los para formar os bloquinhos, eu a passei aberta. Adorei o resultado e todos os cantinhos ficaram perfeitos!
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Ontem à tarde, terminei de costurar todos eles. Só não os uni ainda porque estou sem tecido branco em casa.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A colcha dos meus avós

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A pioneira da minha família na confecção do patchwork foi a minha avó Joana. Ela fazia uso de retalhos que ganhava de fábricas de tecidos e de costureiras que trabalhavam em confecções e camisarias de Marília.
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Eu adorava vê-la costurar... A máquina dela era uma Singer bem antiga, preta, de pedal. Não sei em que ano foi fabricada, mas ela a teve por décadas! Depois da sua morte, em 1994, meu avô vendeu aquela relíquia. Nunca me conformei que ele não a tivesse deixado para a minha mãe ou a minha tia, que também costura.
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No recesso do natal, eu trouxe para Brasília essa colcha que pertenceu aos meus avós. Ela tem cerca de 30 anos: está com as bordas esgarçadas e o forro precisa ser trocado. Mas eu morro de medo de mexer nela e fazer besteira!
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Os blocos foram feitos no padrão log cabin. Como bem disse a Cecília, do blog Quilts are forever, ele é perfeito para aproveitar sobrinhas de tecido.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Craft Hope for Haiti

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Visitando o blog
Cluck Cluck Sew, eu descobri a campanha Craft Hope for Haiti. O objetivo é angariar fundos para os Médicos sem Fronteiras através da venda de produtos artesanais. Além de comprar uma das peças expostas no Etsy, quem quiser, pode ajudar também fazendo a doação de algum trabalho que será postado na loja. .

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

ARAPOC

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Acabo de voltar de um seminário sobre desenvolvimento regional em Chapecó/SC, onde fui representar o Ministério das Cidades numa palestra sobre os avanços e desafios da nova política habitacional e como ela se insere nesse contexto.

Ontem à noite, antes do jantar de confraternização, houve o que foi para mim um dos momentos mais importantes do dia: o lançamento das marcas de diversos arranjos produtivos locais – APLs. Estavam ali artistas plásticos, artesãos, pequenos vinicultores e produtores rurais. E um dos grupos que mais me chamou a atenção foi a ARAPOC – Associação Regional de Artesãos e Artistas Plásticos do Oeste Catarinense.

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Além da qualidade dos objetos expostos, me impressionou o nível de organização e o reaproveitamento de materiais: retalhos de confecções locais, descartes de madeira do pólo moveleiro, sementes de árvores nativas, lã e palhas de trigo e milho tingidas naturalmente.

Para agregar valor aos produtos, um designer elaborou a marca e a identidade visual da associação: etiquetas, sacolas, embalagens para presente, folder, aventais, cartões etc.

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Eu voltei de lá com uma bolsa de palha de milho e mais do que emocionada ao ver o orgulho que aquelas pessoas sentiam ao expor e falar sobre o seu trabalho e sua história.

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domingo, 22 de novembro de 2009

Nine patch e variação

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No blog Cheackpea Sewing Studio, eu descobri uma variação interessante para o padrão nine patch e resolvi testá-la. Escolhi um tecido branco e outro com estampa de louças e aventais para fazer uns pegadores de panela. Cortei 4 quadrados brancos com 12 cm de lado e outros 5 do tecido estampado.
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Intercalando os tecidos, costurei 3 faixas que, depois, foram unidas para formar o nine patch.
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Em seguida, aparei algumas sobrinhas (o corte inicial não ficou perfeito), medi o quadrado resultante e cortei ao meio duas vezes. Obtive, assim, 4 bloquinhos. Se forem usados tecidos diferentes na confecção do nine patch, cada bloquinho resultante terá 4 cores e/ou padronagens distintas.
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Na faculdade de arquitetura, eu tive um professor de desenho chamado Benê que, ao analisar nossos trabalhos, circulava a caneta todos os cantinhos que não se encontravam... Depois de abrir e passar a costura do avesso e virar a peça, foi inevitável não me lembrar dele. (rs)
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Mas, como alguns cantinhos ficaram perfeitos, acho que o problema deve ter sido o corte irregular.

sábado, 21 de novembro de 2009

Tecidos

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Enquanto eu não me decido pelo desenho da manta, passemos à parte mais fácil: a escolha dos tecidos. Serão 24 ao todo: 12 florais e outros 12 com fundo colorido e bolinhas brancas ou com desenho xadrez.
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Eles foram agrupados por pares – um tecido xadrez (ou com bolinhas) e um floral –, mas poderão formar muitas outras combinações.