quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Hóspede

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Infelizmente, eu não vou poder ficar com a... Bem, ela ainda não tem nome. No feriado do dia 12, eu encontrei esse filhote frajolinha se escondendo debaixo dos carros perto do meu prédio e o trouxe para casa.
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Comprei tigelas para água e comida, ração para filhote, granulado sanitário e caixa de areia. Improvisei uma cama com alguns paninhos, mas ela gostou mesmo foi da minha! (rs) Eu avisei que seria só por alguns dias, mas ela continuou à vontade e me olhou como se dissesse: "Sei..."

Ela deve ter uns 4 meses. É uma fofura, super brincalhona, não deu um pingo de trabalho no banho e já sabe usar o "banheiro". Se eu tivesse mais espaço e mais tempo, não pensaria duas vezes em adotá-la. Por sorte, uma colega minha aceitou ficar com ela e, no sábado, a levará para a sua nova casa.


Para os que têm interesse em oferecer um lar temporário - como eu fiz - ou adotar, há várias instituições que cuidam tanto de filhotes quanto de gatos e cães adultos. Para os que não têm condições de fazê-lo, mas ficam indignados com situações de abandono e maus tratos, existe, além das doações, a possibilidade do apadrinhamento.

Visitem os sites a seguir e divulguem entre os seus amigos: ProAnima e Sociedade Humanitária Brasileira (ambas de Brasília), Adote um Gatinho e SUIPA.
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sábado, 9 de outubro de 2010

Quilting

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Retiro o que eu disse sobre achar mais fácil quiltar à máquina do que à mão. É óbvio que é um método bem mais rápido. Contudo, também tem sua complexidade. Se eu penei para quiltar um caminho de mesa (a propósito, quebrei a agulha da minha máquina em 3 pedaços!), não quero nem imaginar como seria fazer isso em um trabalho grande.

A Helena escreveu em seu blog que existem três maneiras de quiltar: à mão, à máquina ou com cheque. Acho que eu fico com a terceira opção...
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sábado, 2 de outubro de 2010

Comprinhas

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Para quem ainda não conhece, o Etsy tem de tudo um “muito” e é o paraíso daqueles que adoram trabalhos artesanais: roupas, acessórios, colchas, móveis, gravuras... Além, é claro, de matérias primas para aqueles que quiserem se aventurar nesse universo. E para quem faz patchwork, as lojas virtuais de tecidos são daquelas de deixar qualquer um deslumbrado, feito criança em loja de brinquedo.
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Felizmente para o meu bolso, o Etsy ainda não é um vício! E, para evitar exageros, eu decidi o seguinte: só vou fazer novas compras no site após o desenvolvimento de pelo menos um projeto empregando os meus novos tecidos. Quanto às revistas e aos livros, vale a mesma regra.
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E por falar em livros, foi através desta publicação que eu me apaixonei pela técnica japonesa de bordado chamada sashiko.
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Quem olha de relance pode até pensar que não passa de um pesponto. Mas, observando melhor os trabalhos e instruções, constata-se que há muitas regras a serem seguidas e que a execução tem que ser impecável.
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A propósito, acho incrível como os japoneses são capazes de transformar coisas simples em trabalhos magníficos!
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O meu pesponto ainda não é um sashiko, mas eu já estou cheia de planos para as minhas linhas e agulhas.
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domingo, 26 de setembro de 2010

Acho que todo mundo tem um!

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Esse foi o comentário da Helena sobre os UFOs - aqueles projetos que a gente começa, mas nunca sabe quando vai terminar.

Pois eu tenho vários! (rs) E estão todos aí, na minha bolsa de costura.
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Eis a minha lista: 1 capa para almofada; 5 porta-copos; 4 pegadores de panela; 1 caminho de mesa; 1 mantinha; 1 capa para máquina de costura; e 1 agulheiro.
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Vamos ver o que eu consigo terminar esse ano...
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Strauss

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Esse é o nome do felizardo que acaba de ganhar uma mantinha da minha mãe:
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O tecido é uma fofura e tem tudo a ver com o dono:
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Parece que ele gostou.
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domingo, 12 de setembro de 2010

Progresso

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Hoje, os bloquinhos do meu segundo baby quilt começaram a ganhar forma. Cada um deles é composto por 12 quadradinhos coloridos envolvendo um quadrado branco maior.

Os pequenos foram costurados de maneira a formarem dois pares e duas tirinhas de quatro peças:
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Em seguida, duas das laterais do quadrado branco foram unidas a dois pares coloridos:
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A parte mais difícil - unir as tirinhas maiores, fazendo com que todos os cantinhos fiquem perfeitos - é uma missão para o próximo final de semana.
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domingo, 5 de setembro de 2010

Até bem pouco tempo...

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Eu não sabia fazer outra coisa além de quadrinhos e não teria finalizado a mantinha da Helena sem a preciosa ajuda da minha mãe.

Ontem, tive minha terceira aula de patch com a Alice Buchheister e já me sinto bem mais segura para fazer novos trabalhos e “desenterrar” aqueles projetos esquecidos:
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Aprendi a fazer o sanduíche (quilt top + manta + forro), a alinhavar, a costurar o viés e a quiltar à mão. A propósito, Cecília, eu te admiro ainda mais depois disso! (rs) O efeito do quilting à mão é maravilhoso, mas eu não teria coragem de aplicá-lo em uma peça grande.

Para praticar os fundamentos do patchwork, o que seria um jogo americano está se transformando agora em um caminho de mesa para cobrir o meu balcão:
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O quilting será feito à máquina, claro.
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